Você acorda com reunião marcada, não com mensagem acumulada.
Enquanto você dormia, cada pessoa que escreveu foi respondida, qualificada e agendada. Você entra no dia com a agenda cheia de quem já quer comprar.
antes:A Digital N1 implanta inteligência artificial dentro da sua operação, uma função por vez. Em 30 dias a primeira roda sozinha, com o número medido antes e depois. Se o número não mudar, você não paga a implantação.
Abre uma conversa no WhatsApp. Quem responde é a DestrIA, o nosso próprio sistema, e é exatamente o tipo de coisa que a gente instala na sua empresa. A demonstração acontece antes da venda.
Não é a sua empresa fazendo mais. É a sua empresa fazendo o mesmo sem parar em você. Estas cinco coisas mudam de lugar, e você percebe todas na primeira semana.
Enquanto você dormia, cada pessoa que escreveu foi respondida, qualificada e agendada. Você entra no dia com a agenda cheia de quem já quer comprar.
antes:O cliente recebe o número enquanto ainda está interessado. A venda deixa de se perder no preço e deixa de se perder no relógio.
antes:Conteúdo produzido, agendado e publicado no mesmo ritmo, sem depender da sua memória nem do seu humor naquele dia.
antes:A cobrança sai no dia certo e no tom certo. Seu caixa para de depender da sua disposição de cobrar cliente que você gosta.
antes:Esse é o teste de verdade, e é o único que interessa. Se a operação atravessa duas semanas sem você, ela deixou de ser rotina e virou sistema.
antes:Durante trinta anos crescer significou a mesma coisa: mais volume, mais gente, mais folha, mais gestão, e a margem sumindo no meio do caminho. Essa relação quebrou. Hoje a mesma operação entrega mais sem o time aumentar, e a pergunta que decide deixou de ser quem eu contrato e passou a ser o que eu tiro da mão de todo mundo.
Isso não é argumento contra ter gente, e muito menos contra registrar quem trabalha com você. É a conta de uma decisão só: quando aparece trabalho repetido novo, você coloca mais uma pessoa na folha para fazê-lo à mão, ou implanta uma vez? O seu time continua inteiro e passa a fazer só o que exige uma pessoa: decidir, negociar e resolver o caso difícil. O que sai da folha não é ninguém, é a tarefa.
Você sai da conversa com a função definida e o número que ela consome por mês. Contratando ou não.
Nada é desligado durante a obra. Nenhuma ferramenta é trocada. O sistema novo roda ao lado até assumir.
Se a implantação depender do seu time mudar de hábito, a gente errou o desenho. O trabalho sai, não muda de lugar.
Tem nome e tem rosto. Não é um canal de suporte, é a pessoa que responde por essa implantação até o fim.
O número é combinado antes de começar. Não é impressão, não é relatório bonito. É o mesmo número, duas vezes.
Entrega não é o fim. O fim é a função rodando sozinha por um ciclo inteiro, com você tendo olhado o número.
Não existe fila. Durante a implantação você fala com quem está construindo, não com quem vai encaminhar.
A infraestrutura da primeira serve a próxima. Por isso a segunda leva metade do tempo, e você já sabe disso antes de contratar.
A gente olha a sua semana e escolhe uma função. Não a mais bonita, a mais cara. Você sai desta conversa sabendo qual é e o que ela custa, mesmo que não contrate.
O sistema é construído e roda junto com o que já existe. A sua operação não para, não muda de ferramenta e ninguém do seu time precisa aprender nada durante a obra.
Antes e depois da mesma função, medido. Se o número não mudou, não funcionou, e a gente trata como não funcionou. É o único passo que exige você.
Só entra quando a primeira estiver rodando sem você. É assim que uma empresa vira sistema, uma função por vez, e não com um projeto de dois anos que nunca termina.
Em 30 dias a função que combinamos por escrito está rodando sozinha, ou a implantação sai de graça.
Uma frase, e é a frase inteira. Não existe asterisco, prazo escondido nem cláusula de exceção embaixo desta página.
A gente começa no máximo 4 implantações por mês, porque cada uma tem acompanhamento direto nas primeiras semanas e esse acompanhamento não é delegável.
Quando o mês fecha, a próxima entra no mês seguinte. Ninguém fica sem vaga, fica com data.
Faz sentido desconfiar de quem diz que faz tudo. Duas coisas separam promessa de entrega aqui. Primeira: a gente não implanta as quatro frentes de uma vez, implanta uma, mede, e só então abre a segunda. Segunda: a garantia cobre exatamente a função que combinamos por escrito, não um pacote genérico. Se no diagnóstico a sua função não for algo que a gente sustenta, a resposta é não, e você sai da conversa sabendo disso em vinte minutos.
Não é o que a gente instala. O que sai é a tarefa repetida, aquela que ninguém do seu time gosta de fazer. O que sobra para eles é o que você contratou eles para fazer.
Empresa pequena é onde isso pesa mais, porque em empresa pequena a tarefa repetida cai no colo do dono. Quanto menor o time, maior a diferença de tirar uma função dele.
Provavelmente entrou ferramenta sem dono e sem função definida. A gente não começa vendendo ferramenta, começa escolhendo qual função sai da sua semana e qual número prova isso. Se essa pergunta não tiver resposta, não tem implantação.
Essa é a única decisão que você não precisa tomar sozinho, e é literalmente o que os vinte minutos existem para resolver. A gente olha a sua semana e escolhe a função mais cara, não a mais bonita. Se você não fizer ideia, comece pelo atendimento: é a que dá para medir na primeira semana.
Você recebe o sistema documentado, rodando na sua infraestrutura, com as suas chaves. Trocar de fornecedor tem que ser possível, senão a gente virou o problema que veio resolver.
Depende da função, e o diagnóstico de vinte minutos existe para você saber o número antes de decidir qualquer coisa. O que dá para adiantar: a conta que importa não é o preço da implantação, é quanto custa hoje aquela função continuar passando por você. Esse segundo número quase sempre é maior, e ele é o único que decide.
Trinta dias para a primeira função. A segunda leva cerca de metade, porque a infraestrutura já está de pé. E a garantia acima diz o que acontece se a primeira não for.
Se a implantação exigisse o seu tempo, ela seria mais um trabalho, não a saída de um. Dos quatro passos, um só depende de você: olhar o número no fim. O resto é nosso, e é por isso que a implantação roda em paralelo com a sua operação em vez de dentro dela.
Você sai da conversa com uma função escolhida e o número que ela custa hoje. Contratando ou não.
Sem formulário, sem proposta de dez páginas e sem apresentação institucional. Quem te responde é o sistema, e ele já vai te perguntar o que precisa.